A “roupa nova” do fenômeno religioso

Joel Cezar Bonin, Joel Haroldo Baade

Resumo


Este artigo é uma análise sobre o papel contemporâneo do fenômeno religioso visto sob outro enfoque, a saber, a relação sacralizada entre os objetos e os seres humanos, segundo Theodor Adorno. O ser humano precisa ver-se em algo que o transcenda. No cinema, por exemplo, o personagem que assume o papel de mocinho, que “salva a humanidade” e que assume uma função redentora pulula a cabeça de homens e mulheres em nossa contemporaneidade. A adoração, o seguimento caolho, o fetiche são os novos sagrados. Sendo assim, não há uma diferença entre os tempos antigos e os modernos no que se refere à vida sagrada ou religiosa, o que há é a uma nova manifestação das sacralidades.


Palavras-chave


Fenômeno religioso; Fetichismo; Theodor Adorno

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DOI: http://dx.doi.org/10.22351/nepp.v38i0.2527


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